Defesa Civil e técnicos do Laboratório da UFRN realizam palestra sobre tremores de terra na zona rural de Quixeramobim

Diante do cenário de pânico que se instalou sobre os moradores das comunidades da zona rural de Quixeramobim, Madalena e Boa Viagem com a ocorrência de abalos sísmicos, a Defesa Civil do Ceará e técnicos do Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN), realizaram na tarde desta segunda-feira, 1°, uma palestra na Escola José Pereira, em Fogareiro, Distrito de Passagem.

O ato teve como objetivo conscientizar e tranquilizar as pessoas, além de orientá-las sobre as causas dos abalos que tem atingido várias comunidades deste o último dia 17 de março.

Entre os palestrantes estiveram presentes Dr. Eduardo Alexandre, do Laboratório de Sismologia da UFRN; Marcone Alves, Técnico em TI da Universidade; Francisco Brandão Melo, do Núcleo de Sismologia da Defesa Civil do Ceará; Márcio Regis e Paulo Gustavo, técnico de campo e Coordenador da Defesa Civil de Quixeramobim, respectivamente; Marcos Machado, supervisor técnico da Defesa Civil de Quixeramobim; Francisco Almir Severo, da Defesa Civil do município de Madalena e sua equipe, e Ivandir Silva, coordenador da Defesa Civil do município de Boa Viagem.

O público alvo foram estudantes, pais de alunos, professores e comunidades em geral.

Os tremores afetam as comunidades de São Joaquim, Perdição, Maraquetá, Pedras Altas, Pau Ferro, Queto, Vila Angelim e Carqueja, que ficam na zona rural dos municípios de Quixeramobim e Madalena, além de comunidades que são região de Boa Viagem.

Rede para estudo de atividades sísmicas

Os técnicos do Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN) iniciaram na última sexta-feira, 29, a instalação de uma rede sismográfica local no município de Quixeramobim, que fica no Sertão Central.

A cidade, assim como o município vizinho de Boa Viagem, registrou pelo menos sete tremores de terra somente entre os dias 18 e 20 de março. As magnitudes dos tremores variaram entre 1.5 e 2.9, na Escala Richter. Apesar dos abalos, não há registros de feridos.

Segundo o LabSis/UFRN, as duas primeiras instalações foram realizadas  na comunidade de São Joaquim e já estão em operação, tendo registrado os primeiros eventos.

Fonte: RC

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